Abr 04

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Dos fanzines aos Estados Unidos com uma passagem por França, numa entrevista no BDesenha o Lacas fala sobre os vários aspectos e evolução da sua carreira enquanto autor.

Sobre o Passado: A “Cauda do Tigre” teve um sabor amargo para a minha pessoa, pois foi muito conotado com o “Sin City” do Miller. Como todos os autores, tenho as minhas influências, mas o despertar para essa realidade foi-me doloroso.

E para mais leiam a entrevista!

Mar 19

img45f858637aa59.jpg Em 2006 Rui Gamito com o “Fato de Macaco” numa edição da El Pep, numa entrevista ao BDesenha, revela alguns promenores sobre os álbuns, o personagem, o autor e acontecimento mais insólito numa sessão de autógrafos:

O facto de alguém, num sábado, estacionar uma carrinha de serviços técnicos a elevadores em frente de uma loja de Banda Desenhada e pedir um Fato de Macaco; dizerem-lhe, de seguida: Hum… mas nós não vendemos fatos de macaco; Não… Não é isso, o livro de banda desenhada português, Fato de Macaco…; Ah! desculpe lá… temos sim, está aqui… muito obrigado, bom dia. (risos).

[a entrevista]

Mar 19

A “Entrevista Súbita” desta semana no Mundo Fantasma é com o autor francês Baru, cuja série “Os Anos Sputnik” foram editados em Portugal pela Polvo.

Mar 11

O blog da loja Mundo Fantasma promove durante este mês uma série de entrevistas semanais a autores de bd e ilustradores internacionais como Matt Madden, Ellen Forney, Baru, Gary Panter e Fábio Zimbres.

Todas as entrevistas obedecem às mesmas questões: que bd é que estão a ler, se têm uma bd que seja a preferida de sempre, quando e onde compraram a primeira bd, que autor de bd é que gostariam de ser, qual o material de desenho preferido e se têm alguma marca em especial, onde é que foram jantar fora pela última vez e se seguiram as sugestões dos chefe, e por último, se ainda têm um quarto de adolescente em casa dos pais deles, se este continua “intacto” e se costumam visitá-lo.

A entrevista súbita com Matt Madden já está on-line.

[via bedeteca]

Mar 01

Houve uma época em que os novos autores surgiam essencialmente nos fanzines, foi esse o caso de autores como José Carlos Fernade e Rui Lacas entre outros. A internet veio possibilitar que os autores consiguam chegar a um maior número de leitores, e tem sido aí que muitos autores hoje em dia dão os primeiros paços, como sempre em Portugal, demoramos a acompanhar a evolução das novas tecnologias, contudo já começa a haver alguns autores a aproveitar a internet como uma ferramenta de divulgação do seu trabalho.

Ana Nunes é uma das novas autoras cujos trabalhos começaram a ser conhecidos devido á sua publicação on-line. Numa entrevista, disponível no BDesenhada, ela conta-nos como começou a publicar BD on-line e uma delas acabou por ser publicada no jornal “Barcelos Popular”.

Com vontade de me superar, em 2004 comecei a trabalhar no meu site Dreamgazer Studios (infelizmente, só em inglês), onde iniciei a publicação online de vários comics, entre os quais se encontrava Pure Bad Luck (a versão anterior de Que sorte a minha). A partir daí, ganhei traquejo no webdesign, pintura digital e muitas outras coisas que se mostram agora essenciais. O que muito me ajudou foi também o apoio dos leitores que criticavam, de forma construtiva o meu trabalho.À parte disto, não havia prévia experiência no ramo. A oportunidade de publicação surgiu quando eu e a Natacha [Salgueiro] decidimos que queríamos produzir Que sorte a minha e publicá-la. Consultamos alguns jornais e o Barcelos Popular foi quem nos recebeu de braços abertos.

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Jan 28

Recuperados dos arquivos, um entrevista antiga originalmente publicada no on-line no Bizarro em 2003. BROKEN CITY a história de Batman realizada por Azzarello e Risso foi editada posteriormente em Portugal pela Devir com o título Batman - Cidade Destroçada.

Os Desenhos Viajantes de um Argentino
Entrevista a Eduardo Risso por Rohke Vorne

Nascido em 1959 na Província de Córdoba, Argentina, Eduardo Risso é um nome de sucesso na banda-desenhada. Iniciando a sua carreira em 1981, Risso criou um currículo invejável com trabalhos de qualidade quer no mercado europeu, quer no americano, sendo um dos desenhistas mais premiados do momento - com diversos prémios Eisner, Harvey e Yellow Kid atribuídos pelo seu trabalho em 100 BULLETS. O Bizarro aproveitou a sua presença na 14ª edição do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora (FIBDA 2003), para falar com este prolífero artista, a quem a consagração não tirou o profissionalismo ou a simpatia. Aqui fica a entrevista possivel, já que o tempo era pouco para falar de toda a sua longa carreira.

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Jan 23

Os autores de BD em Portugal tem sempre outra actividade para pagar as contas, costuma estar relacionada ilustração/design, depois existem aqueles casos excepcionas dos seguranças, engenheiros do ambiente, arquitectos, desempregados, enfim a lista é grande. Para adicionar a essa lista encontra-se agora a categoria do autor modelo, trata-se de Filipe Andrade responsável pela arte de BRK, uma BD que se encontra a ser publicada no BDJornal. Essa e outras revelações são feitas na entrevista conjunta com o argumentista Fernando Pina no BDesenhada.

(Só ainda não percebi a obrigatoriadade de fazer entrevistas conjuntas, eu sei que a malta não tem tempo, mas um de cada vez não faz mal a ninguém, e faz render o peixe :))

Jan 17


Quatro autores portugueses têm projectos na área da Banda Desenhada com argumentos de C.B. Cebulski para as editoras norte-americanas Marvel e Image.

Site BDesenhada tem uma entrevista conjunta com João Lemos, Nuno “Plati” Alves, Ricardo Tércio e Ricardo Venâncio. Eles explicam os seus trajectos e que não foi por milagre que arranjaram uns biscates lá nos states.

O trajecto do costume…Tertúlia, fanzines, concursos. Depois andei na FBAUL…Era da turma do [Rui] Lacas e do “Plati”. Quando bazei, dediquei-me mais à animação (Da Weasel, Blasted Mechanism, Rodrigo Leão) e, juntamente com o Paulo Prazeres, montámos a produtora de vídeo Droid i.d..

Ricardo Tércio dixit. Imagem do Venâncio.

Mais informações sobre os autores e os projectos no link.

Jul 26

João Mascarenhas é engenheiros de profissão, e autor de bd nos tempos livres. É um dos fundadores do Grupo Extractus e uma pessoa excepcional.

Aqui podem ler uma entrevista e pequena homenagem.

Jul 08

Existe uma evolução no traço desde os anos ‘80 com os fanzines que fiz ou colaborei. O “Policial chindogu”, escrito pelo Marte, foi o meu regresso à BD depois de 10 anos longe do mundo. O “Paris morreu”, escrito pelo Nuno Duarte, foi uma continuidade natural da colaboração entre nós, começada numa BD editada no Mutate & Survive da Associação Chili Com Carne. Não fiquei parado depois do “Paris…”, fiz coisas para um jornal, para a CricaIlustrada, fanzines e para os meus blogues conversas na mesa do canto e o meretrizes mutantes.blogspot.com e o meu anti-tudo
life of pepe. Este livro é mais uma faceta da evolução.

Jan 22

A Fest Forward é a primeira publicação portuguesa dedicada a Festivais — música, cinema, teatro, dança, artes plásticas, design e bd. O lançamento é trimestral, coincidindo com as estações do ano — Verão, Outono, Inverno, Primavera. A Fest Forward #0 saiu em Junho de 2005 e a #1 a 21 de Setembro de 2005. Eis a Fest Forward #2, distribuída pela Logista [distribuidora da Premiere, Artes Magazine e Público], em mais de 2400 bancas do país, na primeira quinzena de Janeiro.

No segundo número a Fest Foward dedica algum espaço aos Festivais de Angoulême e da Amadora. A lista completa dos conteúdos está aqui

site: www.festforward.com

Fev 11

Aos seis anos, Marjane ia ser profeta. “Porque a nossa criada não comia connosco à mesa. Porque o meu pai tinha um Cadillac. E, sobretudo, porque a minha avó sofria muito dos joelhos.” À noite, conversava com o seu amigo Deus, um ancião afável. Deus deitava-a no colo e dizia: “Claro, luz celeste! Tu és a minha escolha, a minha última e melhor escolha.” Já na escola, não era tão fácil. Quando Marjane dizia “vou ser profeta”, os colegas desatavam a rir. Era uma escola mista, laica, francesa, em Teerão (Irão). Reinava Reza Pahlavi, o Xá.

…da entrevista com Marjane Satrapi, autora de Persépolis no Público.

Fev 04

None of this was planned- I never thought it would be about that. My original plan for Hellboy was to do these six or eight pages that are his origin and never say another word where he came from, just having him be like a regular guy with him looking so absurdly demonic, which would be the running gag and nobody would ever mention it. But I realized when I wrote the second series, where there’s a moment that Hellboy realizes he doesn’t think about what he is and I realized this guy is just in denial, which made it so much more interesting to deal with because you have a guy who says , ‘Yyeah, I’m sure there’s something going on there because I have a tail and hooves, but I choose not to think about it because if I look into it, it’s not like I’m going to find anything good, so I’ll just ignore that.’ But little by little, as the series goes along, it’s like you get to a point where you have to deal with your situations. As the series goes along, we’ll deal with it more directly and address who he is, what his purpose was and really what I’ve come up with, is that he’s screwed [laughs].

mignola sobre hellboy

Fev 02

Também continua a surpreender-me muito a resistência que sinto nos leitores a uma evolução formal na própria banda desenhada. Começo a suspeitar que um dos grandes responsáveis disto tudo são os próprios leitores, que frequentemente querem continuar a ter o original bonito para ver na exposição, o que para mim não faz sentido nenhum - a banda desenhada é impressa e para ser lida, pelo que haver originais que são reproduzidos tal qual é algo que existe há muito poucos anos, porque o autor de BD no princípio do século era como o “designer” gráfico, construía um objecto com cores de um lado, desenho do outro e tudo aquilo só fazia sentido uma vez impresso. Há um travão enorme a tudo o que sejam novas formas narrativas de conjugação do texto com a imagem. Ora, “A Tribo dos Sonhos Cruzados” é relativamente convencional e, no entanto, os ecos que me chegam vão no sentido de ser considerada uma obra experimental.

António Jorge Gonçalves in Publico

Jan 15

Jim Lee interviews Howard Chaykin … ‘Writing episodic TV is a constant series of negotiations between the writing staff and the line producer’s crew. When I’m doing comics, the old cliché is true - I’m the whole show-writing, acting, directing-and it’s a perfect place for a control freak like me.’

Dez 23

Enconta-se disponivel na Digital Webbing uma entrevista com Bem Templesimth, o desenhador de 30 Dias de Noite.