Com A Tribo dos Sonhos Cruzados fecha-se a trilogia que mudou a banda desenhada portuguesa.
Quando uma crítica começa assim já não vale ler o resto. Será que a tipa não sabe que uma trilogia é uma obra em 3 partes, e não o terceiro colume de uma série. Cada volume das Aventuras de Filipe Seems são estórias diferentes, em que um álbum não requer a leitura dos anteriores para compreender a história.
I once read that Clive Barker never re-reads anything he writes until he’s done with his entire draft because if he doesn’t he’ll never get past the first sentence. Or, in other words, that stupid misspelling you see three paragraphs up will still be there an hour from now. That really cool idea in your head might not be.
Katherine Keller na Sequential Tart
Confirmando a tendência já detectada em 2002, em que tinha havido um crescimento da edição de cerca de 50% em pouco mais de meio ano, também em 2003 prosseguiu a fuga para a frente por parte das editoras, tendo-se batido mais uma vez todos os recordes de edição relativos a anos anteriores.
João Miguel Lameiras via Bedeteca
“You should not expect to see me writing ‘Powers,’ because I don’t own that book. You should not expect to see me writing an issue of ‘The Walking Dead,’ because I don’t own that, either. And you should not expect to see me draw an issue of ‘Ultimate X-Men,’ because, really — no one deserves to see that.”
Jay Faerber in CBR
So You Want To be a Writer …Ever considered writing for Sequential Tart, Ninth Art or other publication that strikes your fancy? “But, I’m not a writer!” you think a moment later. “Writers are people with degrees in journalism who get paid for their work and it’s their job and … and …”
Yes, those people are writers, but so are the people who staff and contribute to Sequential Tart and other similar publications. The fact that only few of us currently write for a living (as staff or freelancers for other publications) doesn’t mean that the rest of us aren’t writers, or that a writer is only a person who makes a career of it.
Melhor álbum estrangeiro:
32 de Dezembro de Enki Bilal
Melhor álbum nacional
A Tribo Dos Sonhos Cruzados
de Nuno Artur Silva e António Jorge Gonçalves
Autor Nacional
José Carlos Fernandes
Melhor site Nacional
“Premio não atribuído devido há faca qualidade do material apresentado a concurso.”
Finalmente isto já está a funcionar em condições. Os comentários estão a funcionar, o pequeno bug que exitia já foi corrigido. Existem outros detalhes que precisam de ser corrigidos, como links quebrados e outras coisas afins
Caso se deparem com links quebrados ou outras situações estranhas, avisem.
A gerência agradece.
Pensava q já tinha feito de tudo em banda desenhada, mas faltava-me fazer uma entrevista, tinha já realizado um pequeno questionário ao Estrompa, mas não era uma entrevista, era simplesmente aqui tens 5 perguntas, agora responde-me.
Isso foi fácil, mas uma entrevista a sério, foi coisa q nunca tinha feito, até agora e para começar calhou-me logo o Eduardo Risso, desenhista veterano publicado em diversos paises mais conhecido pelo seu trabalho em 100 bullets pelo qual recebeu 3 eisner e 2 harveys para além dos prémios da crítica.
A verdade é que ninguem me obrigou, mas a vinda do risso a Portugal era uma boa ocasião para ele ser entrevistado, e uma entrevista ao Risso sempre é algo que irá trazer alguns leitores a mais ao Bizarro.
Como eu era o único disponivel para ir á Amadora na Sexta, que era quando ele estava disponível para uma entrevista, lá fui eu para o FIBDA.
Já minimamente preparado, e consciente que ia ter de me desenrascar a falar espanhol.
Falar Espanhol, fazer a entrevista, até que não foi complicado, o pior é agora, que tenho que transcrever a entrevista e traduzi-la para português!!!!
Quanto ao Risso, devo salientar que para além de talentoso é uma pessoa extremanente afável, sem qualquer vedetismo. Foi um prazer conversar com ele, mesmo com alguns problemas que a lingua causava ocasionalmente.
Agora tenho é que terminar o transcrever a entrevista :(
Isso é que é chato.
Ah, e antes que o Zé me venha chatear, o FIBDA já tem site!

Estava eu a ver a bibliografia do Jamie Delano quando me deparei com um personagem de que nunca tinha ouvido falar antes, trata-se do Night Raven, e existe informação mais informação sobre o personagem do que eu esperava encontrar.
Este mês termina a minha ligação enquanto responsável pelo Bizarro, curiosamente é neste preciso mês que fico a saber que foi publicado no Notícias da Amadora parte da carta aberta que escrevi aquando da minha “demissão” e são feitas comparações com o projecto APARTE do qual Pedro Mota, o reponsável pelos textos foi fundador e menbro. Dos dois textos há duas citações que quero salientar:
Salvo honrosas excepções, o autor português de banda desenhada é alguém que trabalha apenas para si próprio, e que tende a culpar o editor pela falta de sucesso comercial de livros sobre assuntos que só a ele interessam. É alguém capaz de jurar que tudo seria diferente se publicasse o seu trabalho em França, ou na Bélgica, ou nos Estados Unidos da América, mas que é incapaz de se afirmar em qualquer desses países, pois não consegue alcançar que para ser autor de BD é preciso mais do que apenas talento.
Salvo honrosas excepções, o autor português de banda desenhada está apenas a um passo do aspirante a autor.
e:
A banda desenhada faz-se a partir de uma base de mercado, e de uma aposta num sentido e numa continuidade.
Feito o destaque ao mais relevante, ao que muitos deveriam prestar atenção e meditar, deixem-me só salientar alguns aspectos, contráriamente ao APARTE, o Bizarro enquanto projecto é algo que sobrevive há muito mais tempo e possivelmente poderá continuar. Actualmente, mesmo sem eu estar há frente do projecto, o Bizarro deverá voltar a ter actualizações regulares a partir de meados deste mês. A continuidade do Bizarro é algo que não depende de mim, e espero que consiga continuar. O Bizarro só sobreviveu todo este tempo, e consegui evoluir, porque essencialmente sempre foi o projecto de uma pessoa, a partir do momento em que passou a ter edição digital, o Bizarro passou a ter pela primeira vez um núcleo de colaboradores regulares, e as responsabilidades eram divididas. O Bizarro sobreviveu e poderá e conseguirá sobreviver, devido a um estranho paradoxo.
Qualquer projecto que vise a divulgação da banda desenhada nacional e dos autores nacionais, tem de ter como responsáveis na sua maioria pessoas que gostando de bd, NÃO SEJAM AUTORES DE BD.
Este estranho paradoxo deve-se a um facto muito simples qualquer autor de bd nacional só faz bd nos tempos livres pois necessita de ter uma profissão para pagar as contas, logo é quase impossivel que para além de produzir bd com regularidade e do seu trabalho diário, também consiga ter tempo para se ocupar de outros trabalhos e assumir responsabilidades que qualquer projecto de caracter associativo exige. Tendo em conta este facto o autor terá de optar entre ser autor ou editor. Foi o meu caso, que optei por ser autor e passar a dedicar-me só á bd enquanto autor, uma vez que se tentasse ser um autor/editor, não teria tempo nem capacidade para fazer qualquer das tarefas com a qualidade que exigo de mim mesmo.
Qualquer projecto que vise divulgar a bd nacional, tem de ter envolvidas pessoas que não sejam autores, mas gostem de bd e estejam disponiveis para dedicar algum do seu tempo a um projecto, e, acima de tudo que tenham disponíbilidade para assumir responsabilidades, as quais na maior parte das vezes implicam um árduo trabalho que poucos vêem e ainda menos reconhecem.
E prontos! É só, caso queiram comentar estejam à vontade, que esta discussão é daquelas que devem ser feitas em público e não em privado.
Vira o disco e volta ao mesmo.
Nova experiência com o Blogger. Nova versão dos devaneios.
update [19.01.07]: Depois do Webcrimson e do tradicional Blogger, agora chegou a vez do Wordpress