- O site do Gambuzine, muito simples é favor:)
- O site do Grupo Extractus está quase totalmente funcional.
O novo álbum de Filipe Seems é tão inovador no panorama da banda desenhada portuguesa quanto “Ana” o foi há 10 anos atrás. Reflectindo a evolução pessoal e profissional dos dois autores, “A Tribo dos Sonhos Cruzados” não começa onde o álbum anterior terminou, nem à forma de ser e contar daquela altura. O regresso de António Jorge Gonçalves à aguarela é uma falsa pista nesse sentido.
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A conversa com José de Freitas, responsável editorial da Devir, era uma das mais aguardadas. Quer porque a Devir foi uma das editoras que em 2003 apostou num modelo alternativo ao FIBDA, instituindo o BD Fórum, quer porque Freitas é geralmente muito objectivo. Num recente fórum na Internet (no site CentralComics), José de Freitas sintetiza os traços gerais da situação do mercado editorial de banda desenhada em Portugal:
«— as vendas estão em queda livre, as tiragens cada vez mais pequenas, e os livros cada vez menos tempo em exposição (e portanto a vender ainda menos, numa espiral descendente);
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Robert Rodriguez has committed to bring Frank Miller’s “Sin City” to the silver screen. The trade magazine said, “Dimension Films co-chairman Bob Weinstein has given Rodriguez the go-ahead to begin shooting next month in Austin, Texas. Rodriguez will produce with Elizabeth Avellan through his Troublemaker Studios label. Set in Sin City, the film interconnects storylines that involve the unsavory inhabitants of the town.
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O Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem da Amadora cedeu, temporariamente, pranchas de banda desenhada e documentos originais de Alan Moore à cidade belga de Charleroi que, actualmente, tem patente uma exposição retrospectiva da obra do mais consagrado argumentista de bd.
Trata-se da segunda exposição retrospectiva mundial de Alan Moore – a primeira realizada a nível mundial foi concebida pelo Centro Nacional de BD e Imagem (CNBDI) e que esteve patente entre 20 de Setembro e 31 de Dezembro de 2002. Moore, argumentista inglês, é considerado como o mais importante argumentista de banda desenhada dos últimos vinte anos e as suas histórias são conhecidas em todo o mundo. Para quem não conhece a sua vasta obra, basta lembrar que, por exemplo, o recente filme “A Liga dos Cavalheiros Extraordinários”, com a participação de Sean Connery, é baseado numa história sua.
Alan Moore é o autor, entre muitas outras, das seguintes histórias, passadas a banda desenhada por desenhadores, igualmente, reconhecidos: A Small Killing; Watchmen; Greyshirt; From Hell; V for Vendetta e Swamp Thing. Ao longo dos anos, foram vários os desenhadores ingleses e norte-americanos que colaboraram com este argumentista: Rick Veitch, Kevin O´Neill, David Lloyd, Totleben, entre outros.
O CNBDI, após a concepção da primeira exposição mundial sobre a obra de Moore, ficou na posse de cerca de quarenta pranchas de banda desenhada e diversos documentos de trabalho como guiões (alguns que nunca tinham estado acessíveis ao público). Agora, algumas das obras que possuímos foram emprestadas a Charleroi, para a exposição comissariada por Paul Gravett e que estará patente nesta cidade belga até ao dia 4 de Abril.
Hoje, proponho uma primeira abordagem à BD italiana, um género à parte na produção europeia, cuja descoberta pode ser uma agradável surpresa, de características eminentemente populares, em edições de preço acessível, que privilegiam a acção em estado puro, em histórias estereotipadas mas bem estruturadas que, apesar da sua extensão, cativam de tal forma que se lêem de um só fôlego, e cuja principal criação é sem dúvida o western Tex.
Está patente até 25 de Fevereiro na Biblioteca Municipal de Portalegre a exposição «Fanzinando Fanzines», uma mostra de vários títulos da colecção particular de Geraldes Lino (imagem), um dos maiores coleccionadores deste tipo de publicações.
Na 2ª feira, dia 9 de Fevereiro este programa da NTV que dedicou um espaço de entrevista aos autores Portugueses Daniel Maia, Miguel Montenegro e Nuno Duarte e seus projectos dentro e fora de Portugal (USA). Nelson Castro e Hugo Jesus tambem estiveram no programa. Vejam a repetição sabado dia 14 às 17:10 h . sacado da cc. Fui a procura de informação sobre os autores e eis o que encontrei:

Nucomix, capa de Miguel Montenegro, no site tb podem encontrar uma pequena bio do autor para além de ECCENTRIX. Tb podem dar um salto ao “.
site dele para mais, mas ficam avisados que ainda está “under construction
Relativamente a Nuno Duarte o mais interessante é o facto do professor Marcelo tb ter Nuno Duarte no nome! De resto para além do Paris Moreu, só um apontamento relativamente uma entrevista a uma entrevista ao fanzine Ainda? sobre estúdio português Banzai entre outras coisas

O tipo aqui em cima chama-se Coin é o o Protagonista da um álbum q o Daniel Maia está a desenhar
Existir um mercado sem se saber o que vende é um bocado complicado.
O site BDSELECTION apresenta um estudo do mercado francês em 2003, masi do que um simples debitar de numeros de álbuns editados, é uma análise do que se publica e do que se vende, entre outros detalhes para se compreender como é que o mercado realmente funciona.
Aos seis anos, Marjane ia ser profeta. “Porque a nossa criada não comia connosco à mesa. Porque o meu pai tinha um Cadillac. E, sobretudo, porque a minha avó sofria muito dos joelhos.” À noite, conversava com o seu amigo Deus, um ancião afável. Deus deitava-a no colo e dizia: “Claro, luz celeste! Tu és a minha escolha, a minha última e melhor escolha.” Já na escola, não era tão fácil. Quando Marjane dizia “vou ser profeta”, os colegas desatavam a rir. Era uma escola mista, laica, francesa, em Teerão (Irão). Reinava Reza Pahlavi, o Xá.
…da entrevista com Marjane Satrapi, autora de Persépolis no Público.
Para começar o ano a Vitamina editou o EU VAMPIRO vol 1 (trillo e risso) oficialmente editado na Amadora em 2003, MATARAM WILD BILL (Hermnan) que já tinha sido publicado nas defuntas Selecções BD, e uma novidade em termos de álbum e de autor:
Ego Sum (vol 1) de Simone Bianchi

a Arte do Bianchi é influênciada pelo Gimenez, mas ele não se limita a ser uma cópia. A Estória n comento q ainda não li, mas a arte é interessante.
quem quiser ver mais algumas amostras incluindo esboços é só ir aqui.

“Anjinhos” é a primeira peça de teatro do grupo Reticências… a partir de textos de Rui Zink (A Arte Suprema, Literatura Gráfica?). A Cenografia e Concepção Gráfica ficou a cargo de Phermad, autor de bd (Aconteceu) e editor do fanzine Terminal.
A peça tem duas datas marcadas, para dias 12 e 13 de Fevereiro, no auditório do IPJ de Faro.

